segunda-feira, 20 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
GORDURA CORPORAL: CENTRAL X PERIFÉRICA
GORDURA ANDROIDE X GORDURA GINÓIDE
"A obesidade abdominal, deposição de gordura na região da cintura, e a resistência à insulina são conhecidos fatores de risco causadores de doença metabólica (a chamada Síndrome Metabólica) com consequências no sistema cardiovascular."
O que é a obesidade abdominal
Diversos estudos demonstraram que
um acúmulo predominante de células gordurosas na região abdominal leva a um
aumento de risco de doença cardiovascular e morte prematura; as alterações
metabólicas associadas com obesidade abdominal incluem as dislipidemias,
resistência à insulina, diabetes de tipo 2 (diabetes do adulto), síndrome
metabólica, inflamações e trombose.
Nos últimos anos, tornou-se cada
vez mais claro que a distribuição de gordura é importante quando considerar os
riscos de obesidade. O risco cardiovascular e metabólico está relacionado com a
obesidade "androide" (obesidade abdominal ou corpo em "forma de
maçã") do que com a obesidade "ginóide" (obesidade corporal mais
baixa ou corpo "em forma de pera").
O National Institute of Health
indica o cruzamento dos resultados do IMC* ( Índice de Massa Corpórea) IMC =
peso / altura²) e do índice C. Dois indicadores para estratificação do risco de
doenças plurimetabólicas.
Os indivíduos do sexo masculino
deverão procurar manter a circunferência da cintura (índice C) abaixo dos 102
cm, sendo o ideal um valor inferior a 94 cm. As mulheres, recomenda-se um valor
abaixo dos 88 cm, e o valor inferior a 80 cm o ideal.
Para verificar o seu resultado,
coloque a fita métrica em torno do abdomen, meça a menor circunferência da
cintura (vendo de frente). A fita não deve ser comprimida. Repetir a medição 2
vezes e usar a média dos valores obtidos.
Situação IMC em adultos
Abaixo do peso ideal abaixo de
18,5
No peso ideal entre 18,5 e 25
Acima do peso ideal entre 25 e 30
Obeso acima de 30
O que é a Síndrome Metabólica
Em relação à chamada Síndrome
Metabólica, nos Estados Unidos, os pesquisadores dos Centros para Controle e
Prevenção de Doença (CDC) relataram que 47 milhões de americanos (um em quatro
adultos) apresentaram síndrome metabólica.
Esta Síndrome é constituída de
pelo menos 3 dentre os cinco itens abaixo:
• Circunferência da cintura >
94 cm nos homens e >80 cm nas mulheres
• Triglicerídeos > 150 mg/dl
• Níveis de HDL-colesterol (o
chamado "bom colesterol") <40 mg/dl nos homens ou <50 mg/dl nas
mulheres
• Pressão arterial >130/80 mm
Hg
• Glicose em Jejum elevada >
100 mg/dL (5.6 mmol/L), ou diabetes tipo 2 previamente diagnosticado
Os pacientes com síndrome
metabólica têm pelo menos um risco duas vezes maior de doença cardiovascular em
comparação com aqueles pacientes sem a mesma. O risco de diabetes está também
aumentado em aproximadamente cinco vezes pela síndrome metabólica, tanto em
homens como nas mulheres.
O ESTILO DE VIDA ATIVO E UMA ALIMENTAÇÃO
BALANCEADA SÃO EXCELENTES ALIADOS NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA SÍNDROME
METABÓLICA.
TIPOS DE OBESIDADE: ANDROIDE, GINÓIDE E MISTA.
Que a obesidade é uma doença
grave que afeta grande parte da população mundial você já sabe. Mas você sabia
que existe um tipo de distribuição da gordura corporal que é mais grave?
Existem três classificações para
a obesidade em relação a distribuição de gordura corporal e hoje falaremos um
pouco sobre elas.
1. Obesidade abdominal, superior, central ou androide.
É caracterizada pelo acúmulo de
tecido adiposo na metade superior do corpo, sobretudo no abdômen. Essa
distribuição de gordura, também conhecida como maça, é a mais prejudicial a
saúde, pois a gordura localizada dessa forma fica mais próxima a órgão vitais,
como rins, fígado, pâncreas, comprometendo seu funcionamento. Os principais
riscos associados a ela são: diabetes tipo 2, a doenças cardiovasculares e a
doenças vasculares cerebrais.
2. Obesidade femuroglútea, inferior ou
ginóide.
Neste tipo a gordura se
distribui, principalmente, na metade inferior do corpo, particularmente na
região glútea e coxas. Os problemas relacionados a essa obesidade, também
conhecida como pêra, são principalmente mecânicos, devido ao impacto a o
excesso de gordura causa no caminhar.
3. Obesidade mista, generalizada, indeterminada ou difusa.
Distribuição mista, a gordura
está localizada nas metades superior e inferior do corpo.
E que como você pode descobrir
qual é o seu tipo de obesidade?
Para isso você devera fazer a
medida da circunferência da cintura (dois dedos acima do umbigo) e a medida da
circunferência do quadril (no ponto de maior circunferência). Feito isso divida
o valor da cintura pelo quadril em centímetros.
Se o resultado for maior ou igual
a 0,9 a obesidade será classificada como androide e se for menor que 0,9 será
classificada como ginóide.
Independente desse resultado, a
circunferência da cintura sozinha já é um indicativo do risco metabólico. Veja
a tabela abaixo.
Lembre-se: a obesidade é um grave
problema de saúde, que abre as portas para o aparecimento de diversas outras
doenças crônicas não transmissíveis. Portanto, qualquer que seja a forma que a
gordura esteja distribuída no seu corpo, o prioritário é eliminá-la.
A IMPORTÂNCIA DA RESPIRAÇÃO NA EXECUÇÃO DOS EXERCÍCIOS DE PILATES
March 28th,
2011 by Revista Pilates
No Método Pilates a respiração é essencial, de fato
é um de seus princípios chave já que ajuda a controlar os movimentos, permite
oxigenar os músculos, facilita a estabilização da coluna e a movimentação dos
membros (outro conceito fundamental no Método Pilates) e ajuda a relaxar a
musculatura e estar ciente das tensões acumuladas por todo o corpo.
A respiração é parte integral de cada exercício de
Pilates, sendo sempre coordenado com o movimento de tal maneira que contribui
com a direção da energia para a zona que se está trabalhando. Também, uma
técnica de respiração adequada aplicada durante os exercícios de Pilates ajuda
o relaxamento muscular, evitando qualquer estresse desnecessário. Por isso cada
sessão de Pilates começa com alguns minutos de sensibilização na respiração
para poder tomar consciência das tensões distribuídas pelo corpo e ajudar
relaxar a musculatura.
O Método Pilates enfatiza a importância de manter a
corrente sanguínea estabilizada. Por isso, para que a forma de respirar esteja
correta, considere que a expiração deve ser forte, seguida de inspiração
profunda, permitindo preencher os pulmões de ar. Quando os pulmões inalam o
oxigênio eles permitem a oxigenação de cada célula através da corrente
sanguínea.
Durante a execução dos exercícios de Pilates, o
método utiliza uma técnica de respiração especifica que permite não somente
liberar o corpo de toda a tensão desnecessária (em particular no pescoço,
ombros e costas), também fazendo com que os abdominais transversos sejam
trabalhados na inspiração e na expiração.
O método respiratório do Pilates permite ativar
corretamente os músculos abdominais transversos conseguindo assim manter
estabilidade na região lombar durante a execução dos exercícios. Com a
finalidade, o método Pilates utiliza a respiração torácica ou respiração
diafragmática intercostal.
O objetivo deste tipo de respiração é utilizar os
músculos do tórax e das costas para ampliar a caixa torácica lateralmente
permitindo assim que os pulmões se expandam, mas, sem a necessidade da expansão
do abdômen. Ao expandir o abdômen durante a respiração os músculos abdominais
se alongam deixando de sustentar a parte baixa das costas deixando-a
desprotegida. Por isso o método Pilates enfatiza uma respiração que evite a
expansão abdominal.
No Pilates, durante a respiração, é executada a
inspiração pelo nariz e a expiração pela boca. Durante a inalação as costelas
se abrem fazendo força para fora e para cima, ao mesmo tempo em que a coluna
vertebral é esticada, preenchendo os pulmões de oxigênio. Ao inspirar é muito
importante não relaxar os músculos abdominais, para evitar perder o alinhamento
postural, e cuidar para não utilizar os músculos inadequados durante a execução
dos exercícios.
A expiração, por sua vez, facilita a contração dos
músculos abdominais, já que anatomicamente ocorre a redução da caixa torácica
“para dentro e para baixo”. Ao praticar o processo de expiração o diafragma se
eleva gerando assim um “empurrão” dos músculos abdominais para dentro, no qual
cria um centro de energia forte, que é fundamental para o processo de
estabilização.
A respiração deve ser lenta durante todo o momento,
sempre de forma contínua, e procurar realizar inspirações e expirações de mesma
duração para permitir o bom “intercâmbio” entre oxigênio e dióxido de carbono
em todo o corpo. Como regra geral, no Pilates, a duração das inspirações e
expirações variam em função do nível do aluno, sendo recomendado três tempos de
inspiração e expiração para alunos principiantes, cinco tempos para alunos de
nível intermediário e oito tempos para alunos avançados.
Aqui vamos apresentar um simples exercício para
começar a se familiarizar com a respiração do método Pilates. Para realizar o
exercício, é recomendado sentar-se confortavelmente de forma que fique relaxado
em uma cadeira mantendo os pés apoiados no chão e separados da cadeira com a
mesma distância. É muito importante manter as costas retas, com a coluna
vertebral bem esticada e deixar os ombros leves e relaxados.
Além disso, o alinhamento do pescoço em relação à
coluna é importante, deve-se aproximar o queixo ligeiramente em direção ao peito,
imaginar que esteja segurando uma bola de tênis entre o queixo e o pescoço.
Assim alinhar corretamente as vértebras cervicais e sentir o pescoço esticado
ao limite máximo para trás.
Uma vez que esteja confortável nesta posição,
deve-se colocar as mãos sobre suas costelas de tal forma que as pontas dos
dedos se toquem entre elas. Feche seus olhos e comece tomando consciência da
respiração colocando toda a sua atenção em tentar não mover seu peito ou
abdômen.
1 – Inspiração:
Inspire pelo nariz continuando a contrair o
abdômen. Observe como o oxigênio entra na caixa torácica e, com ele, como suas
mãos se separam pela ação da abertura das costelas.
2 – Expiração:
Expire pela boca ativando bem seus músculos
abdominais como se tentasse levar o umbigo até a coluna vertebral. Para isso
imagine que seus músculos, na base da pélvis, abdominais e umbigo estão unidos
por um zíper. Sente como se fechasse para cima este zíper ao expirar.
Realize uma série de 10 a 20 respirações
mantendo-se relaxado, os efeitos logo serão notados.
Fonte: planetapilates.com
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